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RESUMÃO SUBINDO A LINHA: CAMPEONATO BRASILEIRO – 13ª RODADA

Que bela rodada! 27 gols, nenhum 0x0 e uma boa média de público de 21.312 torcedores por jogo.

Teve a torcida do São Paulo, no domingo de manhã, batendo o recorde de público do campeonato.

Teve gol no fim do jogo? Teve e teve mais de um: André pelo Sport e Fred pelo Fluminense.

Teve baile corinthiano no Maracanã.

Teve golaço, teve clássico e o Campeonato Brasileiro tá ficando bonito.

SÁBADO
SANTOS 3X0 FIGUEIRENSE
VILA BELMIRO
PÚBLICO: 8.393

Abrindo a rodada, o Peixe se reencontrou com a vitória na reestreia de Dorival Júnior. Depois de quatro derrotas seguidas, o alvinegro praiano superou o alvinegro catarinense com gols de David Brás, Lucas Lima e Gabigol. Mesmo com a vitória, o Santos não conseguiu sair da zona de rebaixamento. No 17º lugar, o Peixe agora faz o clássico contra o Palmeiras, no Alianz Parque. Já o Figueira, 13º, recebe o Coritiba.

GRÊMIO 2X0 VASCO
ARENA GRÊMIO
PÚBLICO: 34.752

Galgando o topo, o Tricolor recebeu o agonizante Vasco. Sem querer jogar bola, os cariocas seguraram o empate até os 15 do segundo tempo, quando o goleiro Charles socou a bola em cima de Anderson Salles, que marcou contra. Vinte minutos depois, o garoto Pedro Rocha finalizou com bastante categoria e garantiu um lugar no G4 para os gaúchos. Agora o Grêmio visita o Flamengo e o Vasco, vice-lanterna, faz o clássico contra o Fluminense.

PONTE PRETA 0X2 ATLÉTICO-MG
MOISÉS LUCARELLI
PÚBLICO: 4.733

Na despedida do craque Renato Cajá, a Ponte Preta perdeu para o líder e segue em queda livre na tabela. O Galo vive uma grande fase e ganhou a sexta partida seguida (!) com gols de Thiago Ribeiro (jogando muito bem nos últimos jogos) e Giovanni Augusto. O Atlético tem dois pontos de vantagem para o Fluminense, segundo colocado. Na próxima rodada a Macaca, que ocupa a décima posição, visita o Joinville enquanto o Galo joga contra o Corinthians em Itaquera.

DOMINGO
SÃO PAULO 3X1 CORITIBA
MORUMBI
PÚBLICO: 59.612

Na manhã de domingo, o São Paulo vendeu ingressos a preços acessíveis ($20 a arquibancada) e conseguiu o maior público do campeonato até aqui. Destaques para Pato (dois belos gols e uma assistência), para Lucão (dois lançamentos em jogadas de gol) e para o golaço de Marcos Aurélio. Destaque negativo para a confusa arbitragem, principalmente para o bandeira que confirmou um gol irregular e anulou um gol legal, ambos envolvendo Centurión. O São Paulo, 5º, agora visita o Sport enquanto o Coxa, 18º, visita o Figueirense.

FLAMENGO 0X3 CORINTHIANS
MARACANÃ
PÚBLICO: 26.209

Sem Sheik e Guerrero, o Flamengo manteve o desempenho como pior mandante do campeonato. Mais que isso: viu o Corinthians fazer 3×0 com tranquilidade e o placar só não foi mais elástico pela incompetência de Várgner Love. Destaques para o golaço de Elias (muita, muita categoria) e para o 6º gol de Jadson, que vive grande fase. O Flamengo, 15º, agora recebe o Grêmio enquanto o Corinthians, 3º, recebe o líder Atlético-MG.

CRUZEIRO 1X0 GOIÁS
MINEIRÃO
PÚBLICO: 10.675

Diante de um frágil e pouco efetivo Goiás, o Cruzeiro dominou o jogo e não conseguiu traduzir sua superioridade num placar mais díspare. No fim das contas, o solitário gol de Joel, que não marcava há quatro meses, foi o suficiente. O goleiro Fábio não teve que fazer uma defesa sequer: as três finalizações do Goiás foram de longe e para longe. Na próxima rodada o Cruzeiro, 11º colocado, recebe o Avaí enquanto o Goiás, 16º, visita o Internacional.

JOINVILLE 0X2 INTERNACIONAL
ARENA JOINVILLE
PÚBLICO: 10.924

O Colorado vinha de três derrotas e mandou o time reserva para encarar o lanterna. E venceu com gols de Réver e Vitinho – esse último num pênalti assinalado equivocadamente: a falta (que não foi falta) aconteceu fora da área. Ao Joinville, que ainda meteu bola no travessão, restou lamentar a chance desperdiçada de passar a lanterna ao Vasco. Agora o JEC recebe a Ponte Preta e o Inter, envolvido nas semi-finais da Libertadores, recebe o Goiás.

ATLÉTICO-PR 1X2 FLUMINENSE
ARENA DA BAIXADA
PÚBLICO: 17.522

Comemorando a chegada de Ronaldinho Gaúcho, o Fluminense até estava satisfeito com o empate, com gols de Gustavo Scarpa (numa bela finalização de canhota) e Sidcley (com linda assistência de Walter). Mas Fred fez de cabeça aos 47 do segundo e tirou a invencibilidade do Furacão em casa, além de garantir a vice-liderança para o time de guerreiros. Agora o Atlético, 8º, recebe a Chapecoense e o Fluzão joga o clássico carioca contra o Vasco.

SPORT 2X2 PALMEIRAS
ARENA PERNAMBUCO
PÚBLICO: 35.163

Depois de perder a invencibilidade no meio da semana, o Sport perdeu os primeiros pontos em casa. O Leão saiu na frente numa bela cabeçada de Matheus Ferraz. Leandro Pereira fez dois e virou para o Verdão. A partir daí o Sport pressionou e obrigou Fernando Prass a operar milagres: foram pelo menos seis defesas difíceis (quatro com os pés) até André mandar um chute indefensável e empatar o jogo aos 44 do segundo. Agora o Leão, 6º, recebe o São Paulo e o Palmeiras, 7º, recebe o Santos.

AVAÍ 2X1 CHAPECOENSE
RESSACADA
PÚBLICO: 5.141

No clássico da rodada, o Avaí venceu a primeira após três derrotas e três empates. Com gols de Emerson e William (que ainda perdeu um pênalti) antes dos 20 minutos, o Avaí construiu a vitória com tranquilidade. Bruno Rangel descontou para a Chape logo aos dois minutos do segundo tempo, mas ficou nisso. Na próxima rodada o Avaí, 13º, visita o Cruzeiro. Já a Chapecoense, 9ª colocada, joga contra o Atlético-PR em Curitiba.

RESUMÃO SUBINDO A LINHA: CAMPEONATO BRASILEIRO – 12ª RODADA

Nessa respeitável rodada, 24 gols, três goleadas e apenas um 0x0. Com uma média de 19.462 presentes por jogo, a rodada teve públicos excelentes nos jogos do Galo, do Palmeiras e do Corinthians e um número pífio de torcedores no jogo do Goiás.

Em alta temos o líder Galo, o guerreiro Fluzão e o embalado Palmeiras.

Em baixa: O Inter semifinalista de Libertadores, o Santos que não vence há quatro jogos e o Vasco de Fiascos.

QUARTA
GOIÁS 4X1 SANTOS
SERRA DOURADA
PÚBLICO: 1.829

O Santos, em queda livre desde o título paulista, ajudou o Goiás a se reencontrar com a vitória, que não vinha desde a terceira rodada e se construiu de maneira espantosa! No dia em que o 7×1 completou um ano, o Goiás brincou de Alemanha e fez quatro gols em catorze minutos. Depois de dominar o primeiro tempo, o time esmeraldino marcou com Felipe Menezes (2x), Fred e Carlos Eduardo entre os minutos 2 e 16 da etapa complementar. Ricardo Oliveira ainda descontou de pênalti. O Goiás agora é o 14º e o Peixe abre a zona de rebaixamento.

CORITIBA 0X0 PONTE PRETA
COUTO PEREIRA
PÚBLICO: 9.384

O Coxa vem tentando sair da confusão e a Ponte vinha de duas derrotas consecutivas. No Paraná, cada equipe dominou uma etapa. No primeiro tempo a Macaca carimbou duas vezes a trave de Wilson. Já na segunda etapa, o Coxa exigiu boas defesas de Marcelo Lomba e fez pressão nos minutos finais, mas sem sucesso e o jogo terminou no zero. Na próxima rodada o Coxa visita o São Paulo no horário hype da manhã de domingo e a Ponte recebe o líder Atkético-MG.

CHAPECOENSE 1X0 GRÊMIO
ARENA CONDÁ
PÚBLICO: 13.916

Depois de cinco vitórias seguidas, o Grêmio perdeu a invencibilidade de seu terceiro uniforme e desperdiçou a chance de ser líder isolado. Em cobrança de falta de Cléber Santana, Bruno Rangel testou forte, sem chances para Marcelo Grohe e fez o único gol do jogo aos 32 do segundo tempo. A Chape pulou para a nona posição e agora vai a Florianópolis encarar o Avaí. O Grêmio é o terceiro colocado e recebe o agonizante Vasco em Porto Alegre.

FIGUEIRENSE 0X2 JOINVILLE
ORLANDO SCARPELLI
PÚBLICO: 4.143

No truncado clássico catarinense, o JECão da massa conseguiu sua segunda vitória na competição e chegou mais perto dos seus concorrentes na zona do rebaixamento. Num gramado encharcado, o estiloso Kempes marcou duas vezes de cabeça e conferiu ao Figueira sua primeira derrota em casa e a primeira vitória fora do JEC. Agora o Figueirense, 11º, visita o Santos enquanto o Joinville, ainda lanterna, recebe o Internacional.

PALMEIRAS 3X0 AVAÍ
ALIANZ PARQUE
PÚBLICO: 37.530

Mais uma vez um bom público no Alianz Parque. E pela quarta vez consecutiva, o Palmeiras faz pelo menos 2 gols, não toma nenhum e sai de campo com a vitória. Destaque para o puta golaço de canhota de Rafael Marques, recebendo passe de calcanhar de Dudu. O Verdão chegou a dormir no G4, o que não acontecia há anos. Agora o Porco é o 6ª colocado e visita o Sport, em Recife. O Avaí é o 15º e recebe a Chapecoense em mais um clássico catarinense.

VASCO 0X4 SÃO PAULO
MANÉ GARRINCHA
PÚBLICO: 15.812

Depois de quatro jogos, o São Paulo enfim voltou a vencer. Com dois gols antes dos 25 minutos, o São Paulo administrou o jogo enquanto o Vasco crescia. No começo do segundo tempo, Wesley fez o terceiro e então Riascos perdeu inacreditavelmente três oportunidades claras. Tolói ainda salvou uma bola em cima da linha antes de Boschilia, sem querer, dar números finais aos 47. O Tricolos agora é o 7º colocado e recebe o Coritiba no Morumbi. O Vasco amarga a vice-lanterna ( ͡° ͜ʖ ͡°) e visita o Grêmio na próxima rodada.

ATLÉTICO–MG 2X1 SPORT
MINEIRÃO
PÚBLICO: 50.684

Caiu a última invencibilidade do campeonato. Depois de 12 rodadas, o Sport perdeu a primeira. E para o líder em um estádio lotado. O excelente público viu três gols em nove minutos (na mesma Arena Mineirão, já fizeram quatro gols em seis minutos): Lucas Pratto abriu o placar no primeiro minutos do segundo tempo; Matheus Ferraz empatou aos quatro e Giovanni Augusto fez um puta golaço aos nove. Agora o Galo líder visita a Ponte e o Sport, 5º, recebe o Palmeiras.

INTERNACIONAL 1X2 FLAMENGO
BEIRA-RIO
PÚBLICO: 12.496

Que estrela – e quanta qualidade – tem esse Paolo Guerrero. Em sua estreia com a camisa do Mengão, um gol e uma assistência para dar ao Inter sua quinta derrota no campeonato – segunda seguida em casa. O Colorado segue com a tradição de times brasileiros que vão longe na Libertadores e mal no Brasileiro. Já a vitória aliviou o clima para o Fla. Agora o Inter, 16º, visita o Joinville e o Flamengo, 13º, faz o clássico de maior torcida do Brasil contra o Corinthians, no Maraca.

QUINTA
CORINTHIANS 2X0 ATLÉTICO-PR
ARENA CORINTHIANS
PÚBLICO: 32.442

Corinthians que venceu jogando para seu maior público no campeonato. Com (mais) uma boa atuação de Jadson, autor de um gol e uma assistência (para gol de Elias), o Timão voltou a vencer e entrou no G4. O Furacão até jogou bem, até foi melhor na segunda etapa, mas parou em Cássio e perdeu a segunda seguida. Agora o Corinthians (4º) visita o Flamengo e o Furacão, 8º, recebe o Fluminense

FLUMINENSE 1X0 CRUZEIRO
MARACANÃ
PÚBLICO: 16.391

Em meio a rumores sobre a chegada de Ronaldinho Gaúcho, o Fluzão recebeu o Cruzeiro e venceu com uma raça que chegou a emocionar o atacante Fred. Em cobrança ensaiada de falta, Gustavo Scarpa fez um belo gol que garantiu a segunda vitória seguida ao agora vice-líder. Já o Cruzeiro perdeu quatro dos últimos cinco jogos e tem impressionantes sete derrotas na competição. O Fluzão agora visita o Atlético-PR e a Raposa, 12ª, recebe o Goiás.

RESUMÃO SUBINDO A LINHA: CAMPEONATO BRASILEIRO SÉRIE B – 11ª RODADA

Por José Guilherme

Os dez jogos da rodada da série B ocorreram na noite de terça-feira, já que nenhum poderia ser feito no aniversário do 7×1 em respeito ao certame. O Botafogo segue líder mas houve algumas mudanças na parte de cima da tabela. Lá embaixo, não houve grandes mudanças. Vamos aos jogos:

BAHIA 2 X 0 PAYSANDU
Fonte Nova
8.936 pagantes

O Bahia se impôs diante de sua torcida perante um Paysandu que não demonstrou muito poder de reação. Resultado: dois gols do estreante Jacó sem resposta do Papão da Curuzu. A vitória colocou o BAHEA no G-4, enquanto o papão permanece na vice liderança

MACAÉ 1 X 1 AMÉRICA-MG
Moacyrzão

O América confirmou o bom momento na segundona e chegou ao quinto jogo seguido sem derrota. Tendo o domínio das ações em boa parte do tempo, o Coelho até saiu atrás mas conseguiu chegar ao empate. Os mineirso subiram uma posição e ocupam o terceiro lugar. Já o time da capital nacional do petróleo se manteve em sétimo.

MOGI MIRIM 2 X 1 NÁUTICO
Romildo Ferreira

Ele é quarentão, ele é pentacampeão, ele já “dibrou” a aposentadoria, ele jogou no meio de semana. De quem eu estou falando? Apesar de se encaixar em todos esses atributos a resposta não é Rogério Ceni. A resposta correta é RIVALDO. Ele retornou aos gramados 16 meses após anunciar sua aposentadoria, justamente na véspera do aniversário da maior tragédia do futebol pentacampeão, atuando por quase 70 minutos e dando mostras de que o nosso futebol 5 estrelas ainda respira (com ajuda de aparelhos, mas respira). Porém, apesar desse grande fato, tudo se encaminhava para mais uma derrota do Mogi. O então terceiro colocado Náutico vencia até os 25’ do segundo tempo, até que os donos da casa – embalados pela presença do companheiro de equipe campeão mundial/presidente do clube – tiraram uma virada da cartola, e já não são a única equipe sem vitória na competição. Já o Náutico saiu do G-4 com o tropeço e é o quinto. VIVA O FUTEBOL PENTACAMPEÃO, VIVA RIVALDO E QUE DEUS TE ABENÇOE.

BOA ESPORTE 0 X 0 VITÓRIA
Estádio Municipal de Varginha

A partida começou sonolenta e sem oportunidades de gol na primeira etapa. O segundo tempo até apresentou melhoras, mas as boas chegadas do time da casa falharam nas finalizações. No fim das contas, o empate ficou de bom tamanho. O BOA permanece no Z-4 , em 17º, já o Vitória é sexto

CRICIÚMA 1 X 0 BRAGANTINO
Heriberto Hulse
3817 torcedores

O jogo era entre Criciúma e Bragantino, porém renomear a partida para Luiz x Douglas Friedrich não é nenhum absurdo. Melhor para o Criciúma de Luiz, que defendeu DOIS PÊNALTIS SEGUIDOS: o arbitro mandou voltar a cobrança após a primeira defesa do paredão, que não satisfeito defendeu novamente. O único a vencer as muralhas foi Lucca, garantindo os três pontos para o Tigre, que ocupa agora a décima segunda colocação, seguido pelo Braga.

SAMPAIO CORRÊA 3 X 1 LUVERDENSE
Castelão (MA)
7289 torcedores

O jogo se encaminhava para um empate, para desespero dos maranhenses que já não venciam há 3 partidas, até que aos 45 do segundo tempo Nadson e Pimentinha aos 48 – uma pintura – deram um alívio para a torcida e garantiram a vitória e a oitava colocação pro Sampaio. Já o Luverdense está na beira do Z-4 perdeu quatro dos últimos cinco jogos e está em décimo sexto. Sinal de alerta em Lucas do Rio Verde.

ATLÉTICO-GO 1 X 2 ABC
Serra Dourada
861 torcedores

Com dois gols de Edno, o ABC foi o único visitante que conseguiu uma vitória nessa rodada. O Dragão até abriu o placar, porém os potiguares chegaram à virada. O Atlético é o décimo oitavo enquanto o ABC é nono.

OESTE 1 X 0 PARANÁ
Estádio José Liberatti

No duelo das equipes que queriam se afastar do Z-4, melhor para os “donos da casa” (entre aspas pois o jogo foi realizado em Osasco, já que o estádio em Itápolis está interditado). Jogando em um campo encharcado, as equipes não criaram muitas chances. O RUBRÃO conseguiu a vitória com um pênalti convertido por Mazinho. Os paulistas agora estão em 13º e os paranistas vem duas posições atrás.

SANTA CRUZ 2 X 1 CRB
Arruda

A terceira vitória seguida do Santinha na competição veio com alta dose de emoção. Com um jogador a menos durante o segundo tempo inteiro e sofrendo gol logo aos 2 do primeiro tempo, o tricolor mostrou forças e conseguiu a virada, sob a batuta de João Paulo – um gol e uma assistência. O Santa agora é décimo e o CRB vem logo em seguida.

CEARÁ 0 X 0 BOTAFOGO
Castelão
38647 torcedores

O jogo com maior público da rodada não teve gols, mas não faltou em emoção. O jogo foi muito equilibrado, apesar da distância entre as duas equipes na tabela. Com direito a boa atuação de Jefferson e festival de gols perdidos pelo Botafogo no final da partida, o lateral Victor Luís acabou sendo o grande herói do Vozão na partida salvando um gol em cima da linha. No fim das contas, o empate manteve o Botafogo na liderança e o Ceará na vice-lanterna.

Depois da tempestade vem a… outra tempestade!

Raphael Felice

7×1! Há um ano a Seleção Brasileira sofria a sua maior derrota da sua história e em solo nacional. O baque, a tristeza e a sensação de incredulidade ao ver o passeio alemão ao término da partida, fez o mundo se virar para o Brasil com olhar de chacota. Inclusive nós brasileiros, até porque, a melhor forma de lidar com a desgraça é rir dela.

Mas rir é uma coisa e ignorar é outra completamente diferente. A gente não esquece, mas os cartolas que constituem a Confederação Brasileira de Futebol devem ter esquecido. O 7×1, antes motivo de piada já não tem mais graça para os brasileiros. Não pelas más lembranças do fatídico dia 8 de julho de 2014, mas sim por não estar acontecendo nenhuma mudança na estrutura do futebol brasileiro.

O desânimo, começou quando Dunga foi escolhido, novamente como técnico da Amarelinha. A esperança de que fossem cumpridas as promessas de renovação, de reestruturação no ANTIGO país do futebol foram imediatamente destruídas.

Desde 1994, como treinador ou auxiliar, nós vemos os mesmos nomes: Parreira, Zagallo, Felipão e Dunga (além de Mano Menezes). Os profissionais que aceitam qualquer tipo de recomendação e ordem da CBF, que não batem e compactuam com a sujeira feita pela confederação. Sempre foi muito estranho que os melhores técnicos em atividade no futebol brasileiro nunca eram chamados para treinar a Seleção e quando eram chamados, não tinham o tempo necessário para exercer seu trabalho, como aconteceu com Luxemburgo e Mano Menezes mais recentemente.

Muricy Ramalho e Tite eram tidos como certeza para assumir o cargo, mas foram preteridos pelos ultrapassados Luiz Felipe Scolari e Dunga. Isso, sem contar a negativa da contratação de Pep Guardiola, que chegou a se oferecer e dizer que queria fazer o Brasil campeão do mundo.

E ao lembrar de toda essa tragédia e sucessão de erros, as únicas mudanças do futebol brasileiro foram: Entrar em campo com tapete vermelho, as equipes entrarem juntas no gramado, tocar o hino nacional antes do início de todas as partidas e orientar aos árbitros a distribuírem cartões por quaisquer interpelações feitas pelos jogadores, por mais educadas e amistosas que elas sejam. Nem mesmo a prisão de José Maria Marín diminuiu o ímpeto dos déspotas da bola, que tentam de todo o jeito, brecar algumas das tentativas do Bom Senso FC de melhorar o futebol.

7×1 realmente deve ter sido pouco. Quem sabe quando passarmos por um vexame maior, quando outra seleção alcançar o Brasil no nosso tão bradado pentacampeonato, seja o que falta para a profissionalização do futebol brasileiro, para que enfim, voltemos a ser o País do Futebol.

Não somos os melhores

Pedro Abelin

7 a 1. Em plena semi-final de Copa do Mundo. Dentro de casa. A maior derrota da história do futebol brasileiro faz um ano hoje. Embora vexatória e extremamente dolorosa, a derrota poderia ter servido de lição para o futebol brasileiro, mas não foi isso que ocorreu. Após uma temporada da goleada histórica, o futebol brasileiro vive seu período de maior questionamento, pautado por perspectivas extremamente pessimistas. Será que ainda somos o país do futebol? A amarelinha ainda faz os adversários tremerem? O jogador brasileiro é diferenciado? A resposta para todas essas perguntas é não.

Embora surpreendente pelo resultado elástico, a derrota em si para a Alemanha foi coerente com o futebol apresentado ao longo da competição por cada seleção. O Brasil possuía um péssimo time, extremamente mal treinado por um técnico completamente obsoleto. Foram raros os momentos daquela Copa em que a Seleção Brasileira conseguiu apresentar um futebol minimamente decente. E vou além, acredito que a única partida convincente realizada pela seleção de Felipão foi na final da Copa das Confederações, em 2013, quando o Brasil passou por cima de uma desinteressada Espanha. Uma seleção brasileira que se apoiava excessivamente em fazer faltas, que possuía um meio de campo nulo, que não trocava passes e parecia um latifúndio improdutivo. Além disso, a equipe abusava do recurso das jogadas aéreas e tinha como principal “arma” a ligação direta da zaga ao ataque, normalmente David Luiz lançando Neymar. Sim, essa era a Seleção Brasileira pentacampeã jogando em casa uma Copa do Mundo.

Além da horrorosa equipe montada por Felipão, outros fatores explicam o desastre. A soberba e o autoritarismo do discurso da “mistica amarelinha” talvez sejam os principais responsáveis. Antes da Copa do Mundo, dirigentes da CBF e membros da comissão técnica brasileira frequentemente declaravam que o Brasil triunfaria na Copa por ser simplesmente o Brasil, o país do futebol. Parreira e jogadores também afirmaram existir uma hierarquia no futebol, em que o Brasil estava no topo e que precisava ser respeitado. O mesmo Parreira declarou que o Brasil estava com a mão na Taça. Marin, Felipão, Rodrigo Paiva (Assessor de Imprensa da CBF), e toda a comissão técnica representavam o autoritarismo e o discurso ufanista que permeava aquela seleção. Não existia espaço para questionamentos antes e durante aquela Copa. Os jornalistas e torcedores que apresentavam críticas – justas – àquele time eram desrespeitosamente repudiados pelo técnico Scolari. O mesmo declarou que entrou com uma formação inesperada contra a Alemanha apenas para contrariar os jornalistas.

Diego Costa, brasileiro que preferiu defender a seleção espanhola foi tratado como traidor da pátria. Esses são apenas alguns dos casos, mas foram inúmeras as declarações de Felipão, Marin e outros amigos da CBF que fomentaram um clima tenso: “Ou você apoia o projeto do hexa, sem questionar muito, ou você não é brasileiro e torce contra”. E grande parte da torcida comprou esse discurso. Futebol era guerra e tudo valia para conseguir o título. Quem não lembra do lamentável episódio em que a torcida brasileira vaiou o hino chileno no Mineirão? O resultado disso foi uma grande desqualificação do debate do futebol brasileiro. E esse discurso autoritário de classificar como inimigos da pátria quem não apoia determinado projeto está muito presente no cenário de determinadas mobilizações políticas da sociedade civil…

Após a eliminação, como era esperado, nenhuma mea culpa por parte da comissão técnica, muito pelo contrário. Felipão e seus asseclas falaram em “apagão”, fomentaram o discurso do “acaso” e até hoje dizem que se o Brasil tivesse aproveitado suas chances de gol, o jogo poderia ter sido outro. O mais grave nesse tipo de pensamento é perceber que eles realmente acreditam nisso. Depois do fiasco, quando a CBF deveria olhar pra frente para pensar em novas soluções para nosso futebol, ela olhou para trás. Anunciaram um aliado político como novo velho técnico da seleção, e nada foi feito para mudar essa situação, como vocês bem sabem. Como dizem os comentaristas, pior do que o 7 a 1, foi saber que nada foi feito depois do 7 a 1. O que fazer agora? Ninguém tem a solução para o futebol nacional, mas sabemos que alguns passos precisam ser dados. E o primeiro deles é reconhecer que não somos melhores que as outras seleções.

Não acredito, contudo, que os clubes, as federações e a CBF estejam se movimentando pela melhoria do futebol nacional. Não adianta trocarmos as peças, precisamos de uma reforma profunda e estrutural de todo o futebol brasileiro. Precisamos de mudanças nas categorias de bases, no poder das federações e na própria concepção de futebol. Precisamos de mudanças nos direitos de transmissão, nos preços dos ingressos e na relação dos clubes com seus torcedores. E não nos esqueçamos da realidade ainda mais precária do futebol feminino nacional, que é deixado completamente de fora das discussões epistemológicas do futebol brasileiro.

No entanto, a CBF finalmente decidiu discutir os rumos do futebol brasileiro e realizou a 1ª reunião do “Conselho de desenvolvimento estratégico do futebol brasileiro”, no Rio de Janeiro. Ótima notícia, não? Até você ver os convidados dessa reunião. Presentes na reunião: Zagallo, Parreira, Dunga, Sebastião Lazaroni, Falcão, Candinho, Carlos Alberto Silva e Ernesto Paulo. Felipão e Luxemburgo também foram convidados, mas não compareceram. E ainda pode piorar, pois na saída da reunião, Dunga chamou de “modismo” a ajuda de técnicos estrangeiros no futebol brasileiro, e afirmou que a solução deve ser interna. E assim caminha o país do futebol…

RESUMÃO SUBINDO A LINHA: CAMPEONATO BRASILEIRO – 11ª RODADA

Depois de uma rodada onde os mandantes ganharam nove dos dez jogos, os visitantes resolveram aprontar. Foram quatro vitórias de times que jogavam fora de casa e outros quatro empates, sendo três 0x0 (não gostamos).

A liderança agora é do Galo! Com 23 pontos, o Atlético tem o mesmo número de pontos e uma vitória a mais que o Grêmio, que tem uma vitória a mais que o Sport.

Destaque negativo para a pífia média de público de 10.875 presentes por jogo.

SÁBADO
CORITIBA 0X0 JOINVILLE
COUTO PEREIRA
PÚBLICO: 11.103

O jogo de abertura da décima-primeira rodada pôs frente a frente os dois últimos colocados do campeonato. Jogando em casa, o Coxa começou melhor e foi pra cima do Joinville. O JECão da massa conseguiu se segurar graças à boa atuação do goleiro Agenor. O empate foi ruim para as duas equipes: o Coxa agora tem 8 pontos e na próxima rodada recebe a Ponte Preta. O lanterna Joinville conquistou seu quinto ponto e agora visita o Figueirense.

CRUZEIRO 2X0 ATLÉTICO-PR
MINEIRÃO
PÚBLICO: 8.188

Depois de três derrotas seguidas, o Cruzeiro enfim voltou a vencer. Jogando para um fraco público nos embalos de sábado à noite, a Raposa contou com uma excelente atuação do uruguaio de Arrascaeta (um gol e uma assistência) e uma estreia iluminada do Marinho, que infelizmente, não deu uma entrevista mítica. Não? Que merda ein? O Cruzeiro, agora 12º, visita o Fluminense na quinta à noite. Já o Furacão, que caiu para 6º, joga contra o Corinthians em Itaquera.

CHAPECOENSE 1X0 VASCO
ARENA CONDÁ
PÚBLICO: 4.349

O Vasco vinha de duas vitórias, se arrastando para fora da zona de rebaixamento, havia quem dissesse que o respeito poderia voltar… Mas aí o Neto faz um gol de bicicleta!! A verdade é que qualquer resultado diferente disso seria injusto, já que o Vasco abriu mão de jogar bola após a expulsão de Christiano. Bom para o sempre presente público de Chapecó. A Chape agora é 9ª colocada e recebe o Grêmio. O Vasco, 18º, pega o São Paulo em Brasília.

DOMINGO
AVAÍ 2X2 SPORT
RESSACADA
PÚBLICO: 8.116

O Avaí esteve muito, mas muito perto de fazer o que ninguém fez no campeonato: vencer o Sport. Depois de Diego Souza abrir o placar, Renan e Samuel Xavier (contra) viraram pro time catarinense. Mas aos 46 do segundo tempo, de pênalti, André deixou tudo igual e manteve a invencibilidade na melhor campanha do Leão nos últimos anos. Agora o Avaí, 13º, visita o Palmeiras e o Sport, 3º, visita o Galo.

GOIÁS 0X0 CORINTHIANS
SERRA DOURADA
PÚBLICO: 9.438

Depois de duas vitórias seguidas, houve quem dissesse que o Corinthians tinha engrenado no campeonato. Contra o Goiás, que vive uma crise de resultados e apresenta um futebol pra lá de questionável, ficou provado que não. O Corinthians até jogou melhor, principalmente no primeiro tempo, mas as poucas interferências do goleiro Renan foram o suficiente para frustrar a fiel torcida que compareceu ao estádio. O Goiás agora é o 16º e o Timão é o 5º.

SÃO PAULO 0X0 FLUMINENSE
MORUMBI
PÚBLICO: 10.539

O Jogo Bosta da Rodada foi uma pelada difícil de assistir. Em desmanche, o São Paulo de Osorio não ganha há quatro partidas. Ainda assim, foi melhor que o Fluminense, que simplesmente não jogou bola. O único jogador do Tricolor carioca a entrar em campo foi o goleiro Diego Cavalieri, que fez boas defesas nas poucas finalizações perigosas do São Paulo (especialmente uma cabeçada de Pato no primeiro tempo). O São Paulo, cambaleante, caiu para a 8ª posição. O Fluminense é o 4º.

SANTOS 1X3 GRÊMIO
VILA BELMIRO
PÚBLICO: 4.942

Péssima fase santista e ótima fase gremista! O Santos perdeu a quinta no campeonato, perdeu Robinho no meio de semana e agora é o primeiro da zona de rebaixamento. O Grêmio (com seu uniforme-amuleto) venceu a quinta seguida (!) e é o vice-líder. Destaque para a expulsão de Geuvânio, que tomou dois cartões em menos de dois minutos e desfalcou o Peixe ainda no primeiro tempo. Agora o Santos visita o Goiás e o Grêmio visita a Chapecoense.

FLAMENGO 1X2 FIGUEIRENSE
MARACANÃ
PÚBLICO: 20.769

No que provavelmente foi o momento mais emocionante da rodada, o Figueirense conseguiu a vitória contra o Flamengo jogando fora de casa, com um um gol no último lance. Após Alan Patrick (que fez bom jogo) abrir o placar no começo do segundo tempo, Ricardinho empatou numa cobrança de falta aparentemente defensável e Fabinho virou aos 48 do segundo tempo. Após o apito final, muitas vaias da torcida para o time rubro-negro, pior mandante do campeonato.

PONTE PRETA 0X2 PALMEIRAS
ARENA PANTANAL
PÚBLICO: 11.074

A Ponte vendeu o mando de campo para embolsar um milhão de reais. Na sede mato-grossense da Copa do Mundo, o Palmeiras fez dois a zero ainda no primeiro tempo e conquistou a terceira vitória seguida. Os destaques foram Dudu, autor dos dois gols, e Rafael Marques, autor de duas assistências. A Ponte caiu para a décima posição e visita o Coxa na próxima rodada. Já o Palmeiras subiu pra sétima posição e agora recebe o Avaí.

INTER 1X3 ATLÉTICO-MG
BEIRA-RIO
PÚBLICO: 20.236

Na reedição do duelo de quartas-de-final da Libertadores, vingança do Galo. Com boa atuação de Maicosuel, autor de dois gols, o Galo devolveu a derrota na competição continental e assumiu a liderança do Campeonato Brasileiro! O Inter, com campanha fraca (só fez gol graças a uma falha bizarra de Jeromel) é apenas o 14º. Na próxima rodada o Colorado recebe o Flamengo e o Galo joga como mandante contra o Sport.

RESUMÃO SUBINDO A LINHA: CAMPEONATO BRASILEIRO SÉRIE B: 10ª RODADA

por José Guilherme

A Série B segue movimentando campos mais modestos pelo Brasil, provando que o futebol pode sim viver fora das grandes arenas-legado-da-copa, que só fazem espantar o espectador comum que sempre foi a base das torcidas nos estádios.

Sem mais delongas, vamos a um resumo do que melhor aconteceu no segundo melhor campeonato do Brasil, atrás apenas da Série C.

PAYSANDU 2 x 0 ATLÉTICO-GO

A rodada começou na terça, quando o Dragão do centro-oeste até tentou segurar a vontade do Papão, empurrado por mais de 35000 torcedores. Porém, o golaço de Leandro Cearense ao final da primeira etapa desmotivou os comandados de Jorginho e abriu caminho para YAGO PIKACHU (olho nele Dunga) emplacar seu quinto gol na segundona, acabando com o jogo e deixando o Paysandu na liderança provisória da competição.

LUVERDENSE 3 x 0 CEARÁ

O Luverdense venceu o Vozão com dois gols de Ciro (ele mesmo, que acumula passagens apagadas por alguns times grandes e o Fluminense). Com a vitória a equipe de Lucas do Rio Verde (como não amar a Série B, eu lhe pergunto) conseguiu dar a famosa respirada na competição e agora ocupa a décima quarta colocação. Já o Ceará, que claramente sentiu, e muito, a falta do seu porta voz Marinho, é o vice-lanterna.

PARANÁ 0 x 0 CRICIÚMA

A gélida noite curitibana foi o cenário perfeito para um 0 x 0 sem muita inspiração por parte de nenhuma das equipes. Destaque para os 10 cartões amarelos distribuídos ao longo da partida. É. Esse foi o destaque. Ambas as equipes ocupam o meio da tabela: os paranistas em 13° e o Criciúma, comandado por PET, o 15°.

BOTAFOGO 5 x 0 SAMPAIO CORRÊA

O Botafogo vinha de dois maus resultados em sequência na mesma semana em que perdeu seu camisa 9, Bill, para o futebol coreano. O contratado para ser seu substituto não foi regularizado a tempo e a responsabilidade sobrou para Luís Henrique que havia subido para os profissionais na segunda-feira anterior. E o jovem atacante…DECIDIU! Com apenas 17 anos o menino não sentiu nem um pouco a pressão e fez de cara dois gols, sendo um logo aos sete minutos de carreira profissional. Pimpão fez mais dois e é o artilheiro da Série B com sete gols. O baile devolveu ao alvinegro a liderança. O Sampaio é o oitavo colocado.

VITÓRIA 4 x 1 BAHIA

Sabadão, Barradão e… passeio do Vitória! Impondo seu ritmo desde o início, o rubro-negro conseguiu uma goleada sobre o maior rival que os deixou na beira do G4, ocupando agora a quinta colocação e ultrapassando o Bahia, que agora é sexto. Detalhe para o gol do recém contratado Robert que entrou aos 39 do segundo tempo e fechou a goleada. No lado tricolor, Maxi “primo do Messi” Biancucchi fez o de honra e foi o único membro da família a fazer gol no fim de semana.

BRAGANTINO 1 x 2 SANTA CRUZ

O Bragantino ostenta o melhor apelido de qualquer competição que participar, afinal MASSA BRUTA é praticamente insuperável. No entanto, não se pode ter tudo na vida. O Santinha pouco se importou com a imponente alcunha do adversário e aplicou a segunda derrota consecutiva aos paulista. De quebra, o time pernambucano saiu do temido Z4 (agora 12°), deixando a equipe de Bragança Paulista estacionada nos 13 pontos, ocupando a décima colocação.

NÁUTICO 2 x 1 OESTE

Após três rodadas sem vitórias, o Timbu voltou a vencer. A vítima da vez foi o Oeste. Mas se engana quem pensa que o 3° colocado teve vida fácil contra a equipe paulista. O Oeste tentou, pressionou, acertou bola na trave e esteve muito próximo do empate no final do segundo tempo. Nada disso importou para os pernambucanos que seguem com boa campanha na série B. Já para a equipe de Itápolis fica o sinal de alerta pois “a bola pune, meu” e eles beiram o Z4.

ABC 1 x 1 MACAÉ

As duas equipes protagonizaram uma partida equilibrada no primeiro tempo com os visitantes abrindo o placar perto do intervalo. O ABC pareceu notar que jogava em casa apenas no final do jogo, quando resolveu fazer pressão e conseguiu o empate por meio de um pênalti convertido por Kayke. Empate acabou não sendo bom para nenhum dos envolvidos. A equipe fluminense é sétima e o ABC é décimo.

AMÉRICA-MG 3 x 1 MOGI MIRIM

Com um gol do eterno Mancini e dois gols depois dos 30 da segunda etapa, o Coelho conseguiu adentrar no G4. Já o Mogi vai precisar do presidente Rivaldo de volta à forma de 1999 para tentar se salvar da degola, já que é o lanterna e não tem uma vitória sequer. Se você não gostou do comentário quanto ao Mogi Mirim, faça melhor e que Deus te abençoe. (Não entendeu? Clique aqui)

CRB 1 x 1 BOA EESPORTE

Sábado à noite com chuva e 2676 corajosos torcedores ainda compareceram à partida que fechou a rodada da Série B. Pelo menos eles foram brindados com um jogo no mínimo interessante. Com um gol de canela/panturrilha de Zé Carlos o CRB abriu o placar, mas viu a vitória escapar de suas mãos no final do jogo, com pênalti convertido por Radamés. CRB é o nono e o BOA ocupa a desconfortável décima sétima posição.